| S | T | Q | Q | S | S | D |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | 2 | 3 | 4 | |||
| 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11 |
| 12 | 13 | 14 | 15 | 16 | 17 | 18 |
| 19 | 20 | 21 | 22 | 23 | 24 | 25 |
| 26 | 27 | 28 | 29 | 30 |
Apresentação
Democracia e Subjetividade: a produção social dos sujeitos democráticos. Este é um desafio posto à profissão. Como pensar a questão democrática, não apenas nos seus aspectos políticos, mas, sobretudo, do ponto de vista de como a igualdade teórica de direitos não se reflete na prática relacional, impactando na subjetividade humana, que se nutre, nesse contexto, dos conceitos de subalternidade entre grupos, a partir das desigualdades de classe? O que pensar da construção dos sujeitos, na vertente da democracia? Nesse debate, como pensar aspectos teóricos, relacionados às políticas públicas, às manifestações artísticas, tudo sempre num sentido crítico e inovador? Esses conceitos, sem dúvida, estão na perspectiva do debate posto à Psicologia.
Qual a contribuição da Psicologia para o debate sobre democracia?
continue lendo aqui.

criado por Fau ^_^
22:42:36... da X Conferência Nacional de Direitos Humanos
Com um tema atual e pertinente, o painel organizado pelo Conselho Federal de Psicologia e pelo Conselho Nacional da OAB foi um dos mais repercutidos durante a X Conferência dos Direitos Humanos, terminada no último dia 2. Os debates realizados durante o painel Violência nas Instituições Totais: O que é feito para excluir não pode incluir. Desafios para se construir uma sociedade sem encarceramentos resultaram na inclusão de duas recomendações divulgadas na Carta Compromisso, que resume as decisões e posicionamentos finais da plenária da Conferência.
A proposta do painel foi convidar os participantes para o debate da difícil questão dos presídios, manicômios e unidades de privação de liberdade para adolescentes em conflito com a lei. "Nosso painel causou um grande impacto. O assunto relacionado aos presídios gerou muita polêmica entre os participantes", explicou Esther Arantes, coordenadora da Comissão Nacional de Direitos Humanos do Conselho Federal de Psicologia. Os atos de terrorismos provocados por membros do PCC (Primeiro comando da Capital) que acometeram a cidade de São Paulo há algumas semanas despertou o pensamento crítico da população para a possibilidade de se encontrar alternativas para a construção de uma sociedade sem encarceramento. Esse interesse do público fez com que o número de pessoas presentes no painel fosse grande.
Os debates foram conduzidos por Sônia Drigo, representante do grupo de estudos e trabalho "Mulheres Encarceradas; por Ariel Castro Alves, membro da Comissão da Criança e Adolescente do Conselho Federal da OAB e coordenador de Relações Internacionais do MNDH; e pela psicóloga Cristina Rauter, doutora em Psicologia Clínica e membro da equipe clínica do Grupo Tortura Nunca Mais. Do painel, foram derivados 3 grupos de trabalho: "Desafios de uma política antimanicomial"; "Desafios para uma política pública sobre as medidas sócio-educativa" e "Os desafios que nos impõe o sistema prisional feminino e masculino
Um dos tópicos divulgados pela Carta diz que os presídios não são lugar de vingança, mas sim, de justiça. A Carta ainda recomenda a constante vigília da sociedade civil para que as garantias previstas na Lei de Execuções Penais e na Constituição Federal sejam efetivadas com coerência.
Lançamento
Durante a X Conferência Nacional de Direitos Humanos, o Conselho Federal de Psicologia e o Conselho Federal da OAB lançaram o relatório de Inspeção Nacional nas Unidades de Internação de Adolescentes em Conflito com a Lei. O material foi o resultado de visitas feitas em 21 estados brasileiros no dia 15 de março deste ano. Além de informações sobre as visitas, o material apresenta recomendações às autoridades, como a instauração de procedimentos pelo Ministério Público para apuração das denúncias e a desativação das unidades depósitos, adotando medidas sócio-educativas.
fonte: POL
FAU =)

criado por Fau ^_^
22:50:4110 motivos da psicologia contra a redução da maioridade penal
1. A adolescência é uma das fases do desenvolvimento dos indivíduos e, por ser um período de grandes transformações, deve ser pensada pela perspectiva educativa. O desafio da sociedade é educar seus jovens, permitindo um desenvolvimento adequado tanto do ponto de vista emocional e social quanto físico;
2. É urgente garantir o tempo social de infância e juventude, com escola de qualidade, visando condições aos jovens para o exercício e vivência de cidadania, que permitirão a construção dos papéis sociais para a constituição da própria sociedade;
3. A adolescência é momento de passagem da infância para a vida adulta. A inserção do jovem no mundo adulto prevê, em nossa sociedade, ações que assegurem este ingresso, de modo a oferecer – lhe as condições sociais e legais, bem como as capacidades educacionais e emocionais necessárias. É preciso garantir essas condições para todos os adolescentes;
4. A adolescência é momento importante na construção de um projeto de vida adulta. Toda atuação da sociedade voltada para esta fase deve ser guiada pela perspectiva de orientação. Um projeto de vida não se constrói com segregação e, sim, pela orientação escolar e profissional ao longo da vida no sistema de educação e trabalho;
5. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) propõe responsabilização do adolescente que comete ato infracional com aplicação de medidas socioeducativas. O ECA não propõe impunidade. É adequado, do ponto de vista da Psicologia, uma sociedade buscar corrigir a conduta dos seus cidadãos a partir de uma perspectiva educacional, principalmente em se tratando de adolescentes;
6. O critério de fixação da maioridade penal é social, cultural e político, sendo expressão da forma como uma sociedade lida com os conflitos e questões que caracterizam a juventude; implica a eleição de uma lógica que pode ser repressiva ou educativa. Os psicólogos sabem que a repressão não é uma forma adequada de conduta para a constituição de sujeitos sadios. Reduzir a idade penal reduz a igualdade social e não a violência - ameaça, não previne, e punição não corrige;
7. As decisões da sociedade, em todos os âmbitos, não devem jamais desviar a atenção, daqueles que nela vivem, das causas reais de seus problemas. Uma das causas da violência está na imensa desigualdade social e, conseqüentemente, nas péssimas condições de vida a que estão submetidos alguns cidadãos. O debate sobre a redução da maioridade penal é um recorte dos problemas sociais brasileiros que reduz e simplifica a questão;
8. A violência não é solucionada pela culpabilização e pela punição, antes pela ação nas instâncias psíquicas, sociais, políticas e econômicas que a produzem. Agir punindo e sem se preocupar em revelar os mecanismos produtores e mantenedores de violência tem como um de seus efeitos principais aumentar a violência;
9. Reduzir a maioridade penal é tratar o efeito, não a causa. É encarcerar mais cedo a população pobre jovem, apostando que ela não tem outro destino ou possibilidade;
10. Reduzir a maioridade penal isenta o Estado do compromisso com a construção de políticas educativas e de atenção para com a juventude. Nossa posição é de reforço a políticas públicas que tenham uma adolescência sadia como meta.
e voce, é a favor ou contra a redução da maioridade penal? justifique.
fonte: POL - psicologia on line
Fau ^-^

criado por Fau ^_^
21:03:04Do ponto de vista conceitual, educativo e psicológico, a atividade lúdica, o brincar, é compreendido como recurso de construção da identidade de cada ser humano, de autoconhecimento e como elemento potencializador do trabalho educativo.
Percebi que pensar a importância do brincar nos remete às mais diversas abordagens existentes, tais como a cultural, que analisa o jogo como expressão da cultura, especificamente a infantil; a educacional que analisa a contribuição do jogo para a educação, desenvolvimento e/ou aprendizagem da criança e a psicológica que vê o jogo como uma forma de compreender melhor o funcionamento da psique, ou seja, das emoções, da personalidade dos indivíduos.
Escrever este artigo me proporcionou a oportunidade de perceber e repensar o “brincar” e suas implicações culturais, psicológicas e sociais no processo de desenvolvimento do indivíduo, bem como, a levantar um questionamento pelo qual me guiarei no decorrer deste texto: e afinal, por que é tão importante brincar?
Para a criança, o brincar é a coisa mais séria do mundo, tão necessária para o seu d
esenvolvimento quanto o alimento e o descanso. É o meio que a criança tem de travar conhecimento com o mundo e adaptar-se ao que a rodeia.
As brincadeiras e jogos que vão surgindo gradativamente na vida do ser - desde os mais funcionais até os de regras, mais elaborados - são os elementos que lhes proporcionarão as experiências, possibilitando a conquista da sua identidade.
Estas mesmas atividades, possibilitam que as crianças ultrapassem sentimentos e fatos, combinando-os entre si, reelaborando-os criativamente e edificando novas possibilidades de interpretação e de representação do real, de acordo com suas afeições, suas necessidades, seus desejos e suas paixões. De acordo com Piaget (1994), teórico conceituado sobre o desenvolvimento infantil "essas formas de jogo, que consistem, pois, em liquidar uma situação desagradável revivendo-a ficticiamente, mostram, com particular clareza, a função do jogo simbólico, que é a de assimilar o real ao eu".
As situações de brincadeiras possibilitam, também às crianças, o encontro com seus pares, fazendo com que interajam socialmente, quer seja no espaço escolar ou não. No grupo descobrem que não são os únicos sujeitos da ação, e que para alcançar seus objetivos precisam levar em conta o fato de que outros também tem objetivos próprios que querem satisfazer. Os jogos infantis, no dizer de Piaget (1994), constituem-se "admiráveis instituições sociais" e através deles as crianças vão desenvolvendo a noção de autonomia e de reciprocidade, de ordem e de ritmo.
Ao ponderar, extensivamente, sobre o tipo de jogo que querem utilizar, as condições do ambiente para que aconteça, bem como as regras que devem ser aplicadas, as crianças desenvolvem sua capacidade de raciocinar, de julgar (isto ao verificar o que é e o que não é apropriado ao momento), de argumentar, de como chegar a um consenso, reconhecendo o quanto isto é importante para dar início à atividade em si. Permitir à criança espaço para brincar, proporcionando-lhe interações que vêm, realmente, ao encontro do que ela é, aliado às nossas tentativas no sentido de compreendê-la, efetivamente, nestas atividades, é dar-lhes mostras de "respeito". Assim, fica-nos evidente a importância do brincar no âmbito escolar. As técnicas ludopedagógicas auxiliam os pedagogos, psicólogos e professores a desenvolver melhor a potencialidade da criança, possibilitando o seu envolvimento na sociedade e no seu aprendizado, isto é, seu desenvolvimento físico, mental e social.
Fau ^_^

criado por Fau ^_^
20:50:20